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Notícias

22/12/2015 Servidor do PRODERJ
Sobre a reunião com o governador
, ASCPDERJ
 
...A ASCPDERJ e mais 15 entidades representativas da categoria se reuniram com o governador Pezão, às 17h, no Palácio Guanabara...
 

Sobre a reunião com o governador
Companheiros (as),

Hoje foi um dia repleto de acontecimentos por parte dos servidores públicos estaduais. Tivemos as galerias da ALERJ, logo cedo, tomadas pelos trabalhadores que foram acompanhar a votação do orçamento para 2016. É claro que ninguém saiu satisfeito, pois a situação salarial continuou a mesma, mas todos que lá estavam ainda foram obrigados a ver a ampla maioria dos deputados votar prioridades que não saúde, educação, segurança, etc. Indignados com o que se passou ali, tentaram ocupar o plenário da ALERJ e foram contidos a socos, empurrões, spray de pimenta e outras brutalidades do tipo pelos seguranças da “Casa do Povo”.
Frente à situação, os servidores se retiraram da ALERJ e fizeram uma bela passeata pelo Centro da Cidade denunciando a violência da ALERJ e as manobras do governo contra os servidores e seus direitos fundamentais de receber o 13º salário integral e o salário do mês dentro daquilo que define a Constituição, até o 5º dia útil do mês.
Pra terminar a jornada de lutas dos servidores, 16 entidades representativas da categoria se reuniram com o governador Pezão, às 17h, no Palácio Guanabara. A conversa foi positiva, por um lado, já que o governador se colocou a disposição para manter reuniões permanentes com os servidores a fim de discutir terceirizações, acompanhamento de pagamento, fusões e extinções de autarquias, fundações e empresas, etc., e negativa no que diz respeito ao 13º e ao calendário de pagamento.
O governador informou que até as 16h já haviam 8 mil servidores retirado o 13º nas agências do Bradesco e que o compromisso de pagar esse empréstimo, incluindo os juros, está mantido e será cumprido em 4 parcelas, de janeiro a abril. Da mesma maneira, ele disse que qualquer dinheiro que entrar agora, nos próximos 7 dias úteis, será para a Saúde, que necessita de 500 milhões para resolver seus graves problemas, mas que também é um problema de vida e morte a situação que o setor passa, sem dinheiro para nada. Na verdade, já tem gente morrendo por falta de condições de atendimento.
Quanto ao calendário, Pezão sustentou que o pagamento no 7º dia útil é uma garantia de que não haverá parcelamento, pois o ICMS entra e no início do mês e assim há condições realizar o pagamento dos salários. Ele garantiu que esse procedimento e principalmente para janeiro e fevereiro e que, para os outros meses, estudará junto com os servidores a possibilidade ou não de pagar antes.
As mais diversas colocações foram feitas a ele, mas os representantes ali presentes deixaram claro que os trabalhadores encontram-se muito desgastados, descrentes e indignados com a situação e, caso as coisas piorem, é muito provável uma greve geral em fevereiro ou março, o que o deixou meio perplexo. O governador disse que achava que diante de uma crise como essa não vê sentido em uma greve, que ela seria prejudicial aos próprios servidores.

Nova reunião e PRODERJ

Ao final da reunião, foi marcado novo encontro do governador com os servidores para depois do Carnaval e eu tive oportunidade de conversar com o Chefe de Gabinete do Governador, Afonso Monerat, sobre o processo de fusões e extinção de autarquias, fundações e empresas públicas e ele afirmou que muitas outras entrarão na lista, além dessas 8 que já estão em discussão. Disse também, que determinadas empresas dessas “contaminam” outras, num processo de fusão, por exemplo, porque levam salários mais baixos e teriam que se igualar àquela que está se fundindo, e vice-versa. Na ocasião, ele disse que o PRODERJ não estaria em nenhuma lista.
Aproveitei a situação para dizer a ele que ligaria para marcarmos uma conversa sobre o PRODERJ, já que o presidente e o secretário não têm o menor interesse em conversar com os trabalhadores. Ele falou que podíamos ligar que “se o homem conversa com todos que solicitam reunião”, esse é o trabalho dele. 
É importante ressaltar que o governador, em um ano, fez mais de 8 reuniões com o SEPE e que ele se dispôs a discutir um novo modelo para a Saúde, incluindo as discussões sobre as OSs. Por outro lado, o tratamento dado à UERJ foi de desprezo, chegando ao ponto de dizer que a obrigação do Estado é com o ensino médio, o que significa que UERJ, UENF e UEZO podem ser privatizadas ou sucateadas mais ainda.
Outra preocupação grande que ele deixou foi quanto à previdência ao afirmar que não havia condições de suportar aposentadorias aos 50 anos de idade, que a terceirização nesse aspecto é muito positiva, etc. e tal.
São muitas as questões que temos para debater entre nós e com o governo, por isso não podemos nos dispersar, ao contrário, devemos no unir mais para contribuirmos nesse difícil debate sobre o futuro do funcionalismo público.

A luta continua!

Marcos Villela de Castro
Presidente ASCPDERJ

 

 
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